Fotos e fonte da Postagem: Oticsrocinha
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Visando sempre melhor atendimento a população nossos Agentes e Técnicos foram convidado a participar no Auditório da OTICS Rocinha de uma
capacitação de grande importância para os profissionais de Saúde
"CAMINHOS DO CUIDADO", ministrado pelo tutor Felipe Vianna Pinheiro
da SMS/Fiocruz, e apoiadores da CAP 21 Carmem e Glaucia Brito, curso
este que vem justamente, oferecer dispositivos para ajudá-los a
reconhecer as situações problemáticas presentes no dia a dia dos
territórios e a facilitar o acolhimento necessário dos usuários, por
meio da mobilização e articulação de uma rede de apoio social e
comunitária.
Fotos e fonte da Postagem: Oticsrocinha
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Vínculo, aconselhamento e união
Hoje foi o 2º dia da capacitação de redução de danos ministrada Daniel Souza (coordenador do consultório de rua do Jacaré) e Maíra. Foram abordados os seguintes temas durante o curso:
09:00 - 12:00 - Com Daniel tivemos abordagem territorial ao usuário de Álcool e outras drogas, tendo e vista o vínculo e o aconselhamento.
13:00 as 17:00 - Com a Maíra tivemos a apresentação dos diferentes serviços da atenção aos usuários de álcool e outras drogas da Área Programática, construção de propostas e estratégia de Saúde junto aos usuário e drogas e o encerramento com a avaliação de cada participante.
Postagem ACS Iris Equipe Dois Irmãos
Diminuir para Somar
"Diminuir para somar - Ajuda a reduzir danos e aumentar as possibilidades de cuidado aos usuários de drogas"
Ministrada Por Cristiane Sampaio, a Redução de Danos aconteceu hoje no Auditório C do Instituto Philippe Pinel das 09 as 17 horas. O curso teve em inicio de uma forma dinâmica com a apresentação onde cada um destacou uma palavra chave do discurso anterior, acolhimento, contrato do grupo, conceituzação e conteúdo gerais sobre as drogas, os conceitos de risco e danos, reflexão sobre as diferentes fontes de prazer, aconselhamentos e manejo de demanda.
Um pouco sobre Redução de Danos....
A abstinência não pode ser, então, o único objetivo a ser alcançado. Aliás, quando se trata
de cuidar de vidas humanas, temos de, necessariamente, lidar com as singularidades, com
as diferentes possibilidades e escolhas que são feitas. As práticas de saúde, em qualquer
nível de ocorrência, devem levar em conta esta diversidade. Devem acolher, sem julgamento,
o que em cada situação, com cada usuário, é possível, o que é necessário, o que está sendo
demandado, o que pode ser ofertado, o que deve ser feito, sempre estimulando a sua
participação e o seu engajamento.
Aqui a abordagem da redução de danos nos oferece um caminho promissor. E por quê?
Porque reconhece cada usuário em suas singularidades, traça com ele estratégias que
estão voltadas não para a abstinência como objetivo a ser alcançado, mas para a defesa de
sua vida. Vemos aqui que a redução de danos se oferece como um método (no sentido de
methodos, caminho) e, portanto, não excludente de outros. Mas, vemos também que o
método está vinculado à direção do tratamento e, aqui, tratar significa aumentar o grau de
liberdade, de co-responsabilidade daquele que está se tratando. Implica, por outro lado, o
estabelecimento de vínculo com os pro f i s s i o n a i s, que também passam a ser co-responsáveis
pelos caminhos a serem construídos pela vida daquele usuário, pelas muitas
vidas que a ele se ligam e pelas que nele se expressam.
de cuidar de vidas humanas, temos de, necessariamente, lidar com as singularidades, com
as diferentes possibilidades e escolhas que são feitas. As práticas de saúde, em qualquer
nível de ocorrência, devem levar em conta esta diversidade. Devem acolher, sem julgamento,
o que em cada situação, com cada usuário, é possível, o que é necessário, o que está sendo
demandado, o que pode ser ofertado, o que deve ser feito, sempre estimulando a sua
participação e o seu engajamento.
Aqui a abordagem da redução de danos nos oferece um caminho promissor. E por quê?
Porque reconhece cada usuário em suas singularidades, traça com ele estratégias que
estão voltadas não para a abstinência como objetivo a ser alcançado, mas para a defesa de
sua vida. Vemos aqui que a redução de danos se oferece como um método (no sentido de
methodos, caminho) e, portanto, não excludente de outros. Mas, vemos também que o
método está vinculado à direção do tratamento e, aqui, tratar significa aumentar o grau de
liberdade, de co-responsabilidade daquele que está se tratando. Implica, por outro lado, o
estabelecimento de vínculo com os pro f i s s i o n a i s, que também passam a ser co-responsáveis
pelos caminhos a serem construídos pela vida daquele usuário, pelas muitas
vidas que a ele se ligam e pelas que nele se expressam.
A compreensão humana não é um exame desinteressado, mas recebe infusões da vontade e dos afetos. Disso se originam ciências que podem ser chamadas “ciências conforme a nossa vontade.” Pois o homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar; coisas sensatas porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza por superstição; a luz da experiência por orgulho; coisas que não são comumente aceitas, por deferência a opinião do vulgo. Em suma, inúmeras são as maneira, e as vezes imperceptíveis, pelas quais os afetos colorem e contaminam o entendimento”
Francis Bacon - 1620
Francis Bacon - 1620
Postado por Iris ACS Equipe Dois Irmãos
Representando o CMS Píndaro de Carvalho Rodrigues nossa Técnica de Enfermagem Adriana Oliveira da Equipe Dois Irmãos esteve no Ciclo de Debates realizado no auditório da ABO. O tema do debate foi Manejo das Questões de álcool e
outras drogas na Atenção Primária.
3.3-Subtema:
Facilitador- Christiane Sampaio – Assessora Técnica do Programa de Atenção aos Usuários de Álcool e outras Drogas da Superintendência de Saúde Mental – 35 minutos
Debate: 15: 40 às 17:00 horas
Moderador: Patricia Albuquerque e profissional da rede de APS
Bibliografia principal
Postado por Iris Brito ACS Equipe Dois Irmãos
1- Objetivos da Sessão Temática:
Discutir as recomendações técnicas da Superintendência de Atenção
Primária (S/SUBPAV/SAP) que orientam a assistência clínica nas UAP aos usuários
de álcool e outros tipos de drogas (Carteira de Serviços): princípios do cuidado e prioridades chaves
Discutir o manejo clínico da desintoxição alcoólica, da síndrome de
abstinência e outras situações frequentes na atenção aos usuários de álcool.
Apresentar a Rede de Atenção aos Usuários de Álcool e outras Drogas e
como utilizá-la adequadamente
Estimular uma reflexão crítica sobre os modos estratégicos de abordar
e acompanhar os usuários em uso prejudicial e /ou abusivo de álcool e
outros tipos de droga na atenção primária.
2- Resultados esperados
Contribuir para a qualificação da atenção aos usuários de álcool e
outras drogas nas UAP
3- PROGRAMAÇÃO:
3.1-Subtema:
Recomendações da Superintendência de
Atenção Primária (S/SUBPAV/SAP) aos usuários de álcool e outros tipos de drogas
princípios do cuidado e prioridades-chaves na atenção na atenção
Facilitador – Patricia Albuquerque - 35 minutos
3.2-Subtema:
Manejo clínico no cuidado aos usuários de álcool e outras drogas: reconhecimento,
avaliação/diagnóstico, abordagem e monitoramento dos fatores de risco.
Facilitador Joana Thiesen – Médica, Psiquiatra do NASF AP 2.1 (Clínica Maria
do Socorro; Albert Sabin e Rinaldo De Lamare). – 50 minutos
3.3-Subtema:
Rede de Atenção Psicossocial e seus
dispositivos de Cuidado: como utilizá-los da melhor forma? Linha de Cuidado e
fluxos orientadores da atenção aos Usuários de Álcool e outras Drogas
Facilitador- Christiane Sampaio – Assessora Técnica do Programa de Atenção aos Usuários de Álcool e outras Drogas da Superintendência de Saúde Mental – 35 minutos
Debate: 15: 40 às 17:00 horas
Moderador: Patricia Albuquerque e profissional da rede de APS
Bibliografia principal
BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cadernos de Atenção Básica nº 34 – Saúde
Mental. Brasília, Editora MS, 1ª ed. 2013.
4- Bibliografia complementar
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento
de Atenção Básica. Manual sobre o cuidado à saúde junto a população em
situação de rua / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Secretaria de Saúde. Cartilha de
Redução de Danos para Agentes Comunitários de Saúde. Viva Comunidade, Rio de
Janeiro, 2011. Disponível em http://www.vivacomunidade.org.br/wpp-content/arquivos/cartilha_ACS_red_danos.pdf
Protocolo de Atenção em Saúde Mental. Município de
Florianópolis/ Secretaria Municipal de Saúde. Tubarão: Ed. Copiart, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Portaria Nº 3.088, de 23 de Dezembro de
2011. Brasília, DF, 2001. Disponível em http://www.brasilsus.com.br/legislacoes/gm/111276-3088.html.
Brasil. Ministério da Saúde. A Política do Ministério da Saúde para
Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras Drogas. Brasília, DF, 2004.
Disponível emhttp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/política
de ad.pdf.
Chiaverini, D.H. (Org.) et al. Guia prático de matriciamento em saúde mental. Brasília, DF: Ministério
da Saúde,Centro de Estudo e Pesquisa em Saúde Coletiva, 2011.
Endereços Úteis:






















